Reagindo ao TechDrop - 11/03
Ouça opinião de seus founders favoritos sobre as melhores notícias de tech dessa semana.
Estamos experimentando um modelo novo no Youtube onde vamos comentar notícias do TechDrop do dia anterior.
Neste episódio, Lucas e Edu comentam a newsletter Tech Drop de 11 de março de 2026, cobrindo as notícias mais relevantes da semana para quem constrói empresa em tech.
A edição passou por prediction markets chegando ao Brasil, a maior rodada pre-seed da Europa em AI, a Meta comprando uma rede social de agentes com menos de dois meses de vida, e a receita de US$ 60 bilhões do YouTube, que já supera o valor de mercado de quase todas as empresas do Ibovespa.
Mas o destaque foi o layoff da Stone: 370 pessoas demitidas, com a empresa citando ganhos de produtividade com inteligência artificial. O mais louco é que achamos que foi pouco, que a tendência é acelerar, e que quem não está usando AI no dia a dia vai ficar para trás. A comparação com a Block de Jack Dorsey, que cortou 40% do quadro pelo mesmo motivo, mostra que isso não é mais papo de futuro e já chegou ao Brasil.
🎯 Principais aprendizados
Kalshi no Brasil via XP: a maior plataforma de prediction markets dos EUA entra no mercado brasileiro tentando se posicionar como instrumento financeiro, não como casa de aposta.
A tese por trás de prediction markets: Eduardo trouxe o paper de Hayek ("The Use of Knowledge in Society") para explicar por que preços livres são o melhor mecanismo de distribuição de informação — e prediction markets são a extensão lógica disso.
Yann LeCun levantou US$ 1 bi para provar que LLMs não são o caminho: saiu da Meta, fundou a AMI e aposta em world models. A rodada é maior que qualquer fundo de VC brasileiro.
Moltbook — de zero a exit em menos de dois meses: a Meta comprou a rede social de agentes de AI, mas há dúvidas sérias sobre a tração real da plataforma, incluindo 500 mil contas falsas criadas por bots.
NVIDIA entra no software de agentes com o NemoClaw: plataforma open-source para empresas, resposta direta ao fenômeno OpenClaw. Sinal claro de que a NVIDIA quer subir na cadeia de valor além de chips.
Stone demitiu 370 pessoas citando AI — e o mercado só vai acelerar: Eduardo comparou com a Block de Dorsey e alertou que as empresas de AI estão subsidiando assinaturas como Uber e 99 faziam com corridas. Não vai durar.
YouTube faz US$ 60 bi de receita — mais que quase todo o Ibovespa: só Petrobras, Itaú e Vale têm valor de mercado maior. Premium já representa um terço da receita, com menos de 5% dos usuários pagando.
Mídia e banco são os dois extremos de business — e quem juntar os dois ganha: a tese do Eduardo passa por SBT com TeleSena, InfoMoney com XP, e o New York Times com seus produtos digitais.
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Até a próxima 👋


