Toda terça-feira, 5 ideias na sua caixa de entrada com a curadoria especial de seus founders favoritos (dica: Lucas e Edu).
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🥢 1. Voltamos. Fds.
Essa newsletter nasceu de um vício.
Eu e o Lucas vivíamos mandando conteúdo um pro outro. Conteúdo bom. MUITO bom.
Bom demais pra ficar só entre a gente.
Então criamos a newsletter pra dividir isso com mais gente. Decidimos trazer os 5 tópicos mais interessantes que vimos na semana toda terça feira.
Só que o que era pra ser prazeroso se tornou infernal. Muuuuito trabalho e pouco retorno… Então decidimos dar um fim a esse sofrimento e matar a newsletter no dia 26/05/2026, mandando a última edição.
Mas o vício continuou.
Os links seguiram indo e voltando entre nós dois.
Até que essa semana, Lucas me mandou um texto que mexeu comigo. E a conversa se deu assim:
Beleza. Decidimos voltar. Mas qual plataforma de newsletter usar?
A gente já tá no Substack, mas não tem API aberta e a gente queria que IA fizesse a news… então não.
Beehiiv tem API e é bem bom. Só que é caro… então não.
Marc Lou lançou um Beehiiv vibecodado open source…
Open source e feito pra agente de IA usar. Seria foda também, mas daria um trabalhão self-hostear… então não.
Então qual?
Sorte que lembrei de um texto que li há um tempo: Choose Boring Technology.
A ideia é simples. Toda empresa tem umas três “fichas de inovação”. Cada tecnologia nova que você coloca gasta uma.
Tecnologia velha não é tecnologia ruim. Ela é bem mais previsível.
Quanto mais tecnologia nova você coloca, mais merda pode dar.
Decidi seguir o texto e escolher "boring technology”. Continuamos no Substack.
“Mas o Substack não tem API...”
Não tem. Só que o Grok Bot tem um computador e usa o Substack como um ser humano. É ele que sobe a edição.
Ou seja, gastamos a nossa ficha de inovação no time, não na plataforma.
E que time: com o workflow automatizado no Grok Bot, agora a gente tem um editor, um cara de growth e um cara de revenue.
A ideia é voltar com tudo. Vamos ver no que dá.
Quer acompanhar se esse time de IA vai dar certo? Assina e vem junto.
PS: Volte e leia o texto de boring technology depois. Vale a pena.
🥢 2. Quem cobra, entrega
Há uns meses, eu tava fazendo discovery pra uma solução B2B e conversei com uma porrada de líder de empresa grande, média e pequena..
Uma coisa se repetia em toda conversa:
Boa parte do trabalho do líder era COBRAR o que foi combinado, pra ter certeza de que ia sair.
Identifiquei 2 tipos de líder:
O que sabia que tinha que cobrar, e cobrava. Ficava exausto, mas sabia que as entregas dependiam disso. Esses costumavam entregar mais.
O que sabia que tinha que cobrar, mas não cobrava, “porque era o trabalho do outro cara fazer aquilo”. No fim, entregava menos. Mas se desgastava menos também.
Ou seja: cobrar dá resultado. Mas cansa.
Eis que me deparo com esse tweet do Jason Lemkin hoje:
Cobrar não é só importante da porta pra dentro. Também é importante da porta pra fora.
Quando você coloca uma IA pra fazer isso e funciona, é lindo.
A produtividade aumenta pra caceta e ninguém se desgasta.
É o líder tipo 1, com o conforto do tipo 2.
Já tá usando AI pra cobrar algo?
🥢 3. Gig economy da pirataria
Quando o Napster surgiu, deu às pessoas a possibilidade de baixar músicas sem pagar por elas.
A pirataria afetou a indústria da música, que nunca mais voltou a ser a mesma.
Depois inventaram o torrent, que fez com que os downloads acelerassem demais.
Com isso, veio o The Pirate Bay e a pirataria não ficou contida só em músicas. Foi para filmes, jogos, softwares crackeados…
Pois então.
Parece que a pirataria alcançou novos ares.
Há algumas semanas, um dev criou uma forma de reverse engineer qualquer coisa com facilidade. E aí começaram a surgir jogos vibecodados com mistura de jogos famosos, tipo isso:
Minecraft junto com Tony Hawk. Mario junto com Call of Duty. Zelda com pokemon e por ai vai.
Só que esse salto na verdade foi apenas o Napster dessa nova era.
O equivalente ao torrent é o site saty.dev em que você pode doar tokens da sua AI para ajudar a fazer engenharia reversa de jogos.











